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Intocáveis
Mainardi, D. Filho In Mainardi, D. A Tapas e Pontapés. Rio de Janeiro: Record, 2005. p - 141-148
Intocáveis
Mainardi, D. Filho In Mainardi, D. A Tapas e Pontapés. Rio de Janeiro: Record, 2005. p - 141-148
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O texto “A tapas e pontapés” relata a reflexão de um pai antes e depois de ter um filho com paralisia cerebral. No inicio do texto o autor diz que não quer ter filhos, porém, quando seu filho nasce tudo em sua vida muda. Quando aos 7 meses seu filho é diagnosticado com paralisia cerebral, o pai vai atrás de tudo, conhecer tudo sobre a paralisia e tenta encontrar todos os métodos possíveis para ajudá-lo. Apesar de ter um olhar um tanto quanto pessimista, com seu filho ele é diferente, o vê como superior, como alguém para ele admirar, uma pessoa do futuro e achei lindo isso. Citou também que alguns pais costumam se afastar dos filhos, se sentem culpados pelas deficiências de seus filhos, que isso é algo que não deve acontecer, que não é nada de ruim. Gostei de ler este relato, ver como um pai que tem um filho com deficiência enxerga sua vida e a vida dele, não ter vergonha de quem ele é e sim orgulho.
ResponderExcluirO Filme “Meu pé esquerdo” relata a historia real de um homem que nasceu com paralisia cerebral e deficiência física e consegue mover-se utilizando apenas seu pé esquerdo. A história se desenvolve contando as fases da vida do protagonista, infância e adolescência e fase adulta de Christy, mostrando o lado de sua família, as dificuldades e barreiras que todos ultrapassam conforme o desenrolar da trama. Achei muito legal como o filme retrata o lado da mãe, sempre protetora de Christy, os irmãos que sempre os protegeram também, o pai com seu autoritarismo e como o personagem principal consegue com o tempo e ajuda a desenvolver a fala, a escrita e a arte que existia dentro dele. O filme mostrou como é importante o estímulo, o apoio da família, as dificuldades de convivência, os problemas amorosos e tudo mais.
O filme e o texto dialogam muito com o fato de ambos se tratarem da paralisia cerebral e relatarem o lado dos parentes em relação às deficiências. Mostrou que nem tudo é um mar de rosas, mas que é possível sempre ver o lado bom, que é importante o apoio e o suporte dos entes queridos, o estimulo deve ser dado para que a pessoa que possua algum tipo de deficiência se sinta confiante para viver a vida, sem ficar presa. É importante também que a família os apóiem em suas decisões, não os prendam por medo de que possam sofre, pois isso também é importante.
Sua visão foi bem parecida com a minha em relação ao conteúdo do texto e do filme. Senti que vc tbm se sentiu comovida com as mesmas partes que eu e concordo quando diz que nem tudo são rosas, mas o apoio da família é fundamental.
ExcluirA forma como os pais cuidam de seus filhos é fundamental no desenvolvimento da criança, seja com deficiência seja "normal".
Concordo com a Maju, nossas opiniões ficaram bem parecidas. Me senti contemplada.
ExcluirRenata Ferracioli - 102.419
O enredo de “Meu pé esquerdo”, apesar de parecer pesado, é bem leve. Conta a história de vida de Christy Brown, um jovem com paralisia cerebral que perdeu sua mãe muito cedo e teve que viver com uma família “estranha” vizinha dele. Só conseguia se movimentar com o auxílio de seu pé esquerdo e conforme foi crescendo, foi descobrindo uma habilidade incrível de desenhar somente com esse pé.
ResponderExcluirChristy apesar de sua condição, tinha uma boa convivência na sua vizinhança e sempre brincava com os colegas, o que para mim, foi muito satisfatório, tanto que aos 17 anos, Christy até conseguia jogar futebol, na posição de goleiro!
Ele demorou para desenvolver a fala, mas sempre teve predisposição a escrita, tanto que quando enfim escreveu “mãe”, seu pai adotivo ficou muito feliz e o apresentou oficialmente como um Brown. E o mais interessante é que assim como qualquer outra pessoa, Christy tinha uma vida comum, com descobertas, decepções e no fim das contas, amor, pois no fim da história arranjou – através de suas piadinhas – uma namorada e se casou com ela.
O texto por sua vez é um relato sobre como um pai enxerga o seu filho com paralisia cerebral. Assim como o filme, o texto é leve – engraçado – e retrata as dificuldades e delicias de ser pai de um pequeno com paralisia.
O autor conta seus pensamentos sobre como imaginava o seu filho antes do diagnóstico e como se portou quando descobriu, mas também ironiza a forma que ele mesmo expressa esses sentimentos quando se diz “Xuxa da imprensa”, pois na mesma proporção quer quis expor seus sentimentos diante de sua descoberta, isso também pode ser encarado como uma exposição da criança, dependendo da interpretação de quem o vê.
A frase “falar mal das pessoas é muito mais gratificante do que falar bem” me tocou e ainda estou refletindo o que o autor quis dizer sobre o assunto, porque pensando em uma pessoa com deficiência, falar mal não legal, mas também acreditar que tudo são flores é bem errado.
Concordo plenamente com voce, Tamy! Temos que ser realistas, a vida nunca é um mar de rosas, nunca é completamente feliz e perfeita e precisamos aprender a ser realistas e tentar enxergar as coisas boas no minimo que nos acontece. Acredito que ter um individuo que possua algum tipo de deficiencia ou ser uama pessoa que tenha algum tipo de deficiencia não é algo facil de lidar, mas tambem não é impossivel, é preciso sempre ver o lado bom de tudo e aprender, nos superar. Somos capazes de tudo quando queremos.
ExcluirAchei bastante interessante o seu ponto de vista e análise sobre o texto e filme, Tamy! A vida geralmente comporta se de forma complexa e dinâmica, fazendo com que tenhamos que nos adaptar a todo momento. Desta forma, cabe a nós buscar uma vida mais otimista, através daquilo que nos pode fazer bem, independente do que seja. Não se pode julgar nenhum caso, pois cada situação possuí sua singularidade.
ExcluirAcho que quanto mais a gente tentar encarar os problemas de maneira mais "leve", na medida do possível, podemos tirar algo de bom das situações que a vida nos proporciona.
Iago Diniz Santos
RA: 102411
6ºtermo
O filme “Meu pé esquerdo” conta a história real de Christy Brown que nasceu com paralisia cerebral e que se tornou um escritor, poeta e pintor. O único membro que possuía movimento era seu pé esquerdo, através do qual escrevia e pintava. Christy possuía muitos irmãos em uma família católica e humilde e tentava demonstrar constantemente que sua mente não era como seu corpo, que a paralisia somente o afetava fisicamente. Em uma cena, com grande esforço ele consegue pegar um giz branco entre os dedos do pé e escreve a palavra mãe no chão de sua casa. É neste momento que seu pai se sente orgulhoso por tê-lo como filho e é ainda com este mesmo pé ( o esquerdo, daí o nome do filme) que ele começa a pintar e logo depois é reconhecido como um grande artista.
ResponderExcluirInteressante notar neste filme a dimensão que um indivíduo com paralisia cerebral alcança quando mostra á sociedade suas habilidades (pintura e escrita de livro e poemas). Os conceitos de artista naquela época são redefinidos através de Christy. Esta história verídica nos ensina que devemos aprender a superar barreiras sejam elas quais forem e a superar adversidades ; pois fica muito claro que a deficiência acarreta muito problemas complexos (como também discutido em sala de aula), arrasadores e exaustivos do ponto de vista físico e psicológico, não só para o próprio indivíduo, mas também especialmente para a família. No filme este vínculo familiar é bem notório e muito decisivo para que Christy se torne este artista consagrado. A família é o primeiro núcleo social em que a criança se integra após o nascimento, onde aprende e forma suas características pessoais e sociais.
Já o texto “A tapas e pontapés”mostra os pensamentos de um pai antes e depois de ter um filho com paralisia cerebral. E que após receber o diagnóstico dos médicos se torna uma pessoa muito mais otimista e confiante em relação á situação de seu filho. A frase dita no texto: “Eu sempre pertenci á maioria. Pela primeira vez, faço parte de uma minoria.” Me instigou demasiadamente. Tanto o autor do texto quanto os familiares de Christy no filme acreditaram no potencial e nas capacidades dos filhos com paralisia. E este apoio familiar se mostrou extremamente importante para a evolução de ambos. A frase acima cai por terra quando o apoio, dedicação, carinho e vínculo familiar se faz presente.
Renata Ferracioli - 102.419
Este comentário foi removido pelo autor.
ExcluirTiago de Assis Neves - 104.960
ExcluirSuperar barreiras e adversidades muitas vezes não são nada fáceis não é mesmo? Como citou, abordamos em aula, o quão complexo são as consequências do diagnóstico de ser portador de deficiência para o contexto familiar e em consequência para a própria pessoa. São situações que nos instigam a refletir, e certamente, a perceber que não existe situação fácil sobre esse contexto, mas que, há formas como expõe de um forte vinculo familiar, de tornar mais sublime o caminhar nessa trajetória.
Tiago de Assis Neves - 104.960
ResponderExcluirO filme "Meu pé esquerdo", conta a história de christy Brown, que possui paralisia cerebral atetóide, caracterizada por afetar o movimento e a coordenação motora. O garoto de família irlandesa, nascido em 1932, possuía uma mãe que tinha uma grande proteção e dedicada ao filho, ao passo que seu pai tinha um jeito ríspido. Por ser de uma família muito humilde, com vários irmãos, passavam por vezes dificuldades, e sua mãe, buscava a duras custas juntar dinheiro para comprar uma cadeira de rodas para o menino. Sua vida foi pautada por dificuldades, e também de superação. Há momentos em que claramente sua família sente orgulhosa, pura e simplesmente pelo fato de amar o filho/irmão. Christy possuía uma grande habilidade e talento para pintura no seu pé esquerdo, expondo suas vontades e pensares através da ação de seu pé esquerdo. Ao longo de sua vida, Christy precisou superar as barreiras sociais, e ficou a grande lição que por maior que seja a dificuldade sempre há formas de vencê-las, de superá-las. Retirar a ideia de que uma limitação física impõe um carimbo de invalidez sobre todos os outros aspectos, muito pelo contrario, há maneira de inserção, de fazer-se presente, sem um rótulo de “coitadinho”, e deixando explicito que cada um possui seu valor independente daquilo que o limita. É interessante pensar que Christy alcançou grandes objetivos, com o apoio de seus familiares, com seu talento, e perseverança, deixando uma verdadeira lição de vida, e aquilo que fazia era tudo através de sentimentos bons, e as pessoas ao seu redor, fazendo com que as pessoas não o vissem como um “aleijado” e sim como uma pessoa capaz de direcionar sua própria história de vida.
O texto “A tapas e pontapés” possui em sua essência os pensares de um homem que mudou completamente seu modo de ser após o nascimento e diagnostico de paralisia cerebral do tipo distônico, caracterizada por atividade motora reduzida e tônus muscular aumentado. Esse texto aborda as questões de família, de aceitação, o que me fez relembrar dado momento da aula de adaptados, pois se sabe como é difícil manter a família perante uma situação como esta enfrentada. Mas, pode sim ser tomado outro caminho, o da união, da perseverança, e lutar para conseguir. Tanto o texto quanto o filme, tem uma mesma conotação, que é a de base familiar e apoio ao portador de PC, o que ao final das contas é de extrema importância para superar as adversidades, que são de grande complexidade.
Exatamente Thiago, esqueci de comentar no meu post, mas é exatamente isso em nenhum momento a família tratava-o como coitadinho, pelo ao contrário todos se ajudavam e davam independência para ele, o que foi essencial para seu desenvolvimento e evolução.
ExcluirKaren Neubauer
93667
Concordo com seu comentário, falando que temos muitas dificuldades na vida para serem enfrentadas, ainda mais as pessoas que possuem deficiência e com a ajuda da família esses pessoas conseguem ter uma maior motivação para vence-las, pois estão em um ambiente onde as as pessoas são favoráveis a elas e não ficam menosprezando por elas terem uma deficiência, o que ajuda a aparecer o talento que aquela pessoa possui.
ExcluirMatheus da Silva Alves Lima RA: 105787
Realmente concordo com o que disse, a importância de não superproteger e sim criar uma pessoa motivada a alcançar o que quer e não dependendo da família mas sim caminhando ao lado dela para suas conquistas.
ExcluirEduardo Flosi Carlos R.A:104953
O texto "Aos tapas e pontapés", relata a visão de um pai que em primeiro momento não queria ter filhos e era um tanto quanto mesquinho e pensava apenas no material. Pego de surpresa sua mulher engravidou e aos 7 meses seu filho foi diagnosticado com paralisia cerebral, o que o fez mudar seu pensamento e visão pois teve que procurar ajuda, informações e apoio com pessoas que ele dizia ser a minoria as que ele nunca teria contato se não fosse o caso em questão. O efeito da paternidade e do amor transformam sua vida, muito além de qualquer doença ou dificuldade.
ResponderExcluirJá o filme "Meu pé Esquerdo" relata uma família Irlandesa onde a matriarca teve 22 filhos e um deles tinha a Paralisia Cerebral, esse era Chris Brow, sua infância não foi nada fácil pois seu pai era muito duro e não o aceitava-o como filho até ele conseguir provar que não era um retardado mental, apenas tinha suas limitações. Ao longo do filme seu pai o aceita, e Chris tinha muitos amigos pelo bairro, era incluído nas brincadeiras e até tentava namorar algumas meninas. Fez terapia e desenvolveu melhor sua fala e habilidades com a arte, fazia quadros e ganhava o sustento da família, se casa no final com uma enfermeira.
Interessante perceber como cada um reage a situação e quando temos apoio tudo fica mais facil, a mãe de Chris sempre o estimulou e acreditou em seu potencial, e no final foi ele que colocou o dinheiro em casa.
Acredito que o amor de uma mãe ou de um pai é capaz de transpor muitas barreiras e dificuldades principalmente nesses casos em especial.
Karen Neubauer
93667
Concordo plenamente com o que você diz em relação a família, pois, a aceitação e ajuda do pai e da mãe é crucial para qualquer filho, seja deficiente ou não, e sendo ainda mais, porque mesmo com o julgamento externo da sociedade saber que as pessoas mais importantes da sua vida te amam como você é faz qualquer opinião alheia e dificuldades não serem nada comparado a isso.
ExcluirRafaella da Silva Zirounian
105791
Gostei muito do comentário pois o mesmo expõe bem o contraste nas reações e como isso afetou a relação dos dois. Enquanto no texto o pai é incentivado a pesquisar e entender como, no filme o pai abre uma guarda na qual ele é duro com o filho e faz com que isso estremessa a relação dos dois. Acredito que a pesquisa e o entendimento são necessarios para um melhor estímulo e tratamento de alguém com paralisia cerebral, resultando numa melhor relação do indivíduo tanto com seu círculo quanto com as situações propostas para o mesmo ao longo da vida
ExcluirGabriel Alves das Neves 103430
O filme “Meu pé esquerdo” ,baseado em fatos reais, conta a história e dificuldades vividas por Christy Brown. Ele nasceu com paralisia cerebral o tornando incapaz de movimentar o corpo, exceto seu pé esquerdo. Christy superou obstáculos desde a dificuldade endrentada fora de casa e até mesmo dentro com seu pai que tinha uma visão de inutilidade de seu próprio filho. Porém, em contrapartida teve todo o amparo de sua mãe, que lhe motivava sempre com esperança e o incentivava a superação de seus limites.
ResponderExcluirMesmo com sua deficiência, Christy procurava um meio de expressar seus sentimentos, foi onde ele iniciou uns rabiscos com um giz utilizando seu pé e depois conquistou seu espaço se tornando um pintor reconhecido e com a ajuda do irmão, escreveu sua biografia. Com isso, conseguiu ajudar a mãe e seus irmãos no sustento da casa depois que seu pai faleceu.
O texto “A tapas e pontapés” me pareceu um relato contado em uma coluna de jornal, de um homem que tinha pensamentos negativos quanto a ter filhos, antes da paternidade, e como após este acontecimento seu pensamento e postura mudaram frente a esta situação. Além da mudança positiva, a reação após saber que seu filho foi diagnosticado aos 7 meses com paralisia cerebral, também foi positiva, devido a sua preocupação em pesquisar e entender o que era, para aprender a lidar melhor com a situação e também para ajudar seu filho e as pessoas ao redor a lidar da melhor forma possível, assim como ele.
Portanto, os dois abordam a mesma temática, filhos com paralisia cerebral e a aceitação de seus pais, mesmo que cada história tenha suas particularidades.
Rafaella da Silva Zirounian
105791
Concordo com vc Rafa, o conhecimento a situação ( de qualquer situação que fuja do comum) é uma ferramenta de extrema importância para que as familias consigam passar por isso da melhor forma possível, enxergando todas as possibilidades e oportunidades para pessoas que estão nessa situação de vulnerabilidade.
ExcluirDiego Silva Costa
104952
6º Termo
Matheus da Silva Alves Lima RA: 105787
ResponderExcluirO filme fala de um menino chamado Christy que possui paralisia cerebral, o que acaba afetando seus movimentos, exceto o pé esquerdo. Sua família é composta por várias pessoas, onde seu pai o rejeitava, com o passar do tempo passou a desenvolver habilidades como desenhar e escrever com o pé, o que fez ir quebrando barreiras com o tempo, além de começar a pronunciar algumas palavras. A família o encaminha para uma clínica, mas acaba não gostando e volta para a casa, passando a receber o tratamento em casa. Com este tratamento consegue desenvolver melhor a fala e a habilidade de desenhar, o que faz ficar famoso.
Se alcoolizando constantemente, parou de pintar, entrou em um quadro que aparentava ser depressão, para reverter essa situação sua mãe começa a construir um quarto para ele e todos os familiares passam a ajudar, ela acreditava que ele tendo um quarto só para ele, voltaria a pintar. Esse filme me fez lembrar do filme do mês passado, onde mesmo com uma deficiência a pessoa passa a desenvolver habilidades e mostrar o seu potencial, mesmo com todas as dificuldades de rejeição que passou, volto novamente a pensar que as pessoas têm que acolher as pessoas que têm deficiência e ajudá-las a se desenvolver, para mostrar o potencial em ambientes favoráveis.
O texto, mostra um homem que tinha toda sua pedagogia relacionada a filhos, que não queria ter filho e se tivesse ia abandonar, mas a partir do momento que sua mulher está grávida muda todos esses seus pensamentos e passa a fazer de tudo para ver seu filho bem. Logo que seu filho nasceu teve a notícia que ele tinha paralisia cerebral, isso não afetou em nada, foi atrás pesquisou sobre tudo o que tinha relacionado a deficiência, e a partir daí começou a fazer de tudo para seu filho se sentir bem, lutando contra os rótulos da sociedade, ou seja, em momento algum passou na sua cabeça em rejeitar ou se culpar pela deficiência. Gostei muito deste texto, pois são raras as pessoas que tem esse posicionamento, e isso nos faz refletir sobre as atitudes que nós e as pessoas que vivem com a gente tem às vezes. Como já falei em alguns comentários anteriores, neste texto eu vi que não teve julgamento algum pelo pai e ele quis criar o melhor ambiente possível para seu filho viver e é isso que todos nós devemos fazer com as pessoas.
Gostei muito da sua fala sobre o individuo deficiente conseguir quebrar barreiras e mostrar que é capaz tambem de realizar inúmeras possibilidades de coisas. Assim como no filme do mes passado que fomos surpreendidos pelas habilidades do menino cego em usar sons para criar historias, me surpreendi muito em como Christy fez pinturas maravilhosas com apenas seu pé esquerdo!
ExcluirLucas Emanuel Oliveira Carvalho
104010
O Filme conta a historia de Cristy, que nascera com paralisia cerebral o que o deixava quase totalmente paralisado, exceto por seu pé esquerdo. Cristy enfrenta grandes dificuldades familiares por sua condição, seu pai o via como uma pessoa incapacitada e inútil, entretanto tinha amparo vindo de sua mãe.
ResponderExcluirApesar de toda dificuldade enfrentada, descobriu uma saída para se expressar, fazendo rabiscos com um giz preso em seu pé esquerdo. Aos poucos foi ganhando espaço e reconhecimento por seu trabalho o que o motivou a escrever sua biografia (com ajuda de seu irmão) chegando a, depois do falecimento de seu pai, ser o responsável pelo sustento da casa de sua família.
A tapas e pontapés : O texto trás uma coluna de jornal que mostra a historia de um homem que possuia certa repulsa sobre a ideia de ter um filho, entretanto, quando o momento de ser pai chegou, seus pensamentos a respeito da paternidade mudara. Quando seu filho atingira 7 meses fora diagnosticado com paralisia cerebral e a reação de seu pai foi pesquisar e se preparar para aquela situação para que assim pudera ajudar seu filho a enfrentar essa situação.
O texto e o filme mostram a relação de pessoas com paralisia cerebral e suas famílias, mostrando que como o entendimento dessa( e qualquer) condição auxilia as famílias a passarem por essa situação da melhor forma possível, abrindo possibilidades para essas pessoas levarem uma vida digna e com qualidade.
Diego Silva Costa
104952
6º Termo
Achei muito interessante o texto "A tapas e pontapés", o qual traz o relato de um pai que recebe o diagnóstico de seu filho com paralisia cerebral, que ocorreu quando o garoto tinha 7 meses. O pai, embora tenha recebido uma notícia extremamente negativa, pareceu tentar lutar contra essa dor de forma positiva, em busca de novos conhecimentos sobre o quadro, a fim de auxiliar seu filho e a relação do mundo com ele, levando em consideração todas as singularidades da doença. Na minha opinião, devemos tentar viver de forma semelhante a esta, do ponto de vista dos problemas de nossas vidas. A vida irá nos trazer dificuldades e problemas todo o tempo, em alguns momentos mais, outros menos, mas sempre existirão. Cabe a nós, tentar relacionar se com estes com uma perspectiva de resolução destes problemas, ou pelo menos viver de forma menos dolorosa. Lembrando sempre que em todo este contexto, cada caso tem suas singularidades, e a esses não cabem julgamentos.
ResponderExcluirO filme "Meu pé esquerdo" relata a história de Cristy Brown, que possuí paralisia cerebral, e perdeu sua mãe ainda quando criança. Por isso, foi criado pela vizinha desde cedo. Achei bastante interessante, assim como no texto, o fato de Cristy, embora possuir uma patologia, buscou condições de se levar uma vida digna e de qualidade. Isso se deve também as pessoas que cercam o jovem, tentando proporcionar a Cristy oportunidades de aprender coisas como qualquer outros ser humano, tendo uma vida mais igualitária.
Na minha opinião, a família tem papel essencial nestes caso, com a capacidade de poder proporcionar uma rotina digna a indivíduos com alguma deficiência. Quando esta relação ocorre de maneira positiva, a vida da família como do sujeito com deficiência pode ser vivida de maneira mais "leve", lidando com as dificuldades de forma mais esperançosa e otimista.
Iago Diniz Santos
RA: 102411
6º Termo
Concordo com a importância que a família tem para o indivíduo com deficiência, afinal são as pessoas mais próximas a nós. Além disso, a qualidade de vida está altamente relacionada a adaptação as problemáticas que temos ao longo da vida, e com o suporte necessário tudo torna-se mais fácil.
ExcluirTanto o filme, quanto o texto, se tratam da paralisia cerebral (PC) fato é que em ambas as histórias o pai mostra um certo desespero ao saber que seu filho tem paralisia cerebral o que de fato é algo que afeta várias famílias, muitas vezes o pai tende a sempre colocar o a culpa na mãe o que faz em muitas vezes o fim de muitos casamentos.
ResponderExcluirNo filme conta a auto biografia de Christy brown. Um escritor famoso por apresentar PC e mesmo assim era capaz de pintar e escrever utilizando somente o pé esquerdo.
Christy era de família humilde em uma casa de 13 irmãos, tornando o fato de uma deficiência como essa mais complexa ainda, sua casa não era adaptada para ele. Algo muito curioso de se falar é que todos achavam que ele era deficiente intelectual o que de fato muitos pensam. Entretanto com o filme fomos capazes de entender ainda mais que nem todos com PC tem deficiência intelectual. Christy Brown pode mostrar isso com o seu talento pra pintura e para As palavras.
Tanto o texto, quanto o filme, nos faz pensar em como lidar em situações como essa, como a família deve se prostrar, como o tratamento precisa sempre focar todo o ambiente ao entorno dos indivíduos com PC, porque pra eles também não é fácil passar por essa situação.
Ian de Sales Lopes
R.A: 104955
O filme e o texto me chamaram muita atenção para o relacionamento dos pais
ResponderExcluirpara com os filhos com paralisia cerebral.
É muito bonito ver a relação que Christy tem com sua mãe, que sempre o estimulou, sua convivência com seus irmãos e a sua relação um pouco conturbada com o seu pai. É lindo ver a relação entre pai e filho no texto, em como o pai se dedicou para tentar entender o filho e como se comunicar com ele da melhor forma possível, é lindo ver a mudança de um homem que antes nao gostaria de ter filhos e quando o tem, move montanhas para ajuda-lo.
Outro fato interessante é como preconceitos podem limitar possibilidades. A cena em que Christy mostra a seu pai e familia que era capaz de escrever com seu pe me fez refletir em como as pessoas podem nos surpreender e mostrar que sao muito mais capazes do que o mundo diz que são. Procurei pesquisar sobre a historia real de Christy, observei seus quadros reais pintados e fiquei muito impressionado com suas pinturas, como elas expressam emoções vívidas.
Lucas Emanuel Oliveira Carvalho
RA: 104010
"Preconceitos podem limitar possibilidades", ótima definição. Por muitas vezes julgamos que as pessoas com deficiência, seja ela qual for, são incapazes de realizar inúmeras tarefas e viver outras diversas situações, quando na verdade, eles só precisam de possibilidades, para recriar e procurar outras tantas mil maneiras possíveis de chegar aos seus objetivos.
ExcluirConcordo com e muito com vocês, essa frase resume os dois casos, o do filme e o do texto: preconceitos podem limitar possibilidades", e isto vale também para a pessoa tem a doença, pois se a mesma não superasse o preconceito com si mesma em nada valeria o trabalho, o afeto dos que estão a sua volta!
ExcluirLuciana Sobral - 105783
Lucas, boas observações. Compartilho do sentimento de surpreendimento quando Christy escreve no chão e mostra a sua família que é uma criança saudável dentro de suas limitações físicas, e conseguia ali mostrar sua grande percepção e capacidade pessoal de também interagir com eles. Para mim foi o momento que marcou um forte laço de apoio e cumplicidade de Christy com seu pai, como também com seus irmãos. E, realmente o bom relacionamento dos país com a criança é um ponto forte a se observar nas referências deste mês, tendo em vista que muitas vezes infelizmente os integrantes da família acabam por se afastar, em vez de unir-se para o bem de todos e a superação de qualquer que seja a dificuldade que venha a surgir. Abraços!
ExcluirMariana Huici Queiroz - 105784
Lucas concordo plenamente com sua fala de "o preconceito limita possibilidade", pois de fato a proteção da família acaba aumentando, diminuindo ainda mais os estímulos necessários para ter um melhor desenvolvimento.
ExcluirNão que seja ruim essa proteção mas o pensamento de incapacidade de fazer algo causa esse medo e a falta de esperança de uma certa de independência do indivíduo isso que sempre temos que nos atentar como futuros profissionais.
Ian de Sales Lopes
R.a:104955
O filme “Meu Pé Esquerdo” conta a história de Christy Brown, um menino que nasceu com paralisia cerebral e não conseguia movimentar nada além de seu pé esquerdo. O interessante de se ver são as adversidades que ele enfrenta principalmente com as relações com sua mãe, pai e irmãos. O personagem apresenta uma relação de super proteção com sua mãe porém também apresenta descrença com seu pai até a cena na qual ele é capaz de escrever “Mãe” no chão. Isso me chamou muita atenção pois além de mostrar as dificuldades que o personagem enfrentava ao longo do filme e como ele foi constantemente superando-as (desde o jogo de futebol até a pintura e a escrita), o filme destacava a relação dele com as pessoas perto e como cada um tratava a paralisia cerebral dele.
ResponderExcluirEssa relação foi altamente relacionável com o texto do livro “Tapas e Ponta Pés”, na qual o pai muda totalmente sua concepção e o modo em que trata seu filho ao saber que o mesmo tinha paralisia cerebral. Diferente do que esperamos, o autor demonstra uma reação positiva em relação a paralisia do filho, o vendo como super-herói, é tão interessante observar essas relações quanto às dificuldades, pois as mesmas afetam diretamente na melhora de um indivíduo com paralisia cerebral.
Gabriel Alves das Neves - 103430
Ao compararmos o texto "Tapas e pontas pés" e o filme "Meu pé esquerdo" podemos notoriamente perceber a diferença que o circulo familiar impõe ao desenvolvimento da criança com paralisia cerebral. Ambos os pais, se assustam e ficam impactados em receber a noticia de que possuem um filho com deficiência, mas a maneira como lidam com essa informação, muda todo o processo da vida do filho. No texto, o autor relata aceitar essa situação e desbravar esse novo mundo "da minoria" agregando o máximo de coisas positivas que estão ao seu alcance, ele acredita que seu filho seja tão especial e capaz de conquistar seus sonhos e objetivos como qualquer outra criança, ele se reconhece em um papel inferior diante da quantidade de aprendizado que seu filho irá lhe proporcionar, já no filme, lidamos com uma rejeição até que lhe fosse provado o contrário, -que seu filho deixasse de ser um "débil-mental" e passasse a demonstrar atitudes de uma criança "normal"-, mesmo sendo gritante (com a belíssima atuação, diga-se de passagem) o quanto Christy compreende e se incomoda com tudo o que acontece naquele ambiente familiar conturbado em que estão inseridos, onde o pai demonstra pouca afetividade com os demais filhos, não respeita a mãe, bebe frequentemente, etc, a salvação de Christy foi sua mãe que acreditava na capacidade e consciência do filho e estimulava ele a se envolver com as demais crianças, desenvolver seus talentos como pintar, ir atras de tratamento para melhorar dicção e assim conquistar seus pequenos desejos e sonhos.
ResponderExcluirLuiza Fiorotto 104012
luiza, adorei passar aqui e ler seu comentario. rrealmente a reação dos pais foi diferente e isso foi crucial para todo o desenrrolar das historias. nao havia me atentado a isto! e veja que até nisto é a figura materna, da mulher, que é atribuida a "responsabilidade"ou "salvação do filho"... é uma otima maneira de ver como o mundo se comporta, pois o ato do pai ter a opção de " pular fora" mostra o quao machista é a sociedade
Excluiraline 104946
Bruno Morelli
ResponderExcluir104007
Diferente de você Luiza, a comparação que fiz entre o texto e o filme foi na percepção de “sair fora da caixinha”. Tanto Christy quanto o filho e o próprio autor do texto “Tapas e ponta pés” precisam pensar e buscar outras alternativas a fim de saber lhe dar e sobreviver aos comuns. O próprio autor, Diogo Mainaird, supõe que seu filho estaria preparado para morar na lua, sendo assim o homem do futuro, e o mesmo, que não gostaria de ter um filho, buscou informações e conhecimento sobre a paralisia quando foi noticiado. Além disso, Diogo soube muito bem utilizar os textos infantis sobre “Ninoca”, ajudando ainda mais no desenvolvimento de seu filho. Já no filme, Christy utilizou muito bem o pé esquerdo para conseguir se retratar diante da sua família. Diferente do texto, o filme mostrou o próprio Christy, o qual taxado de “débil mental”, buscando alternativas para salvar sua mãe, se comunicar com a família e demonstrar seus sentimentos. Através dessa expertise, conseguiu demonstrar o seu talento com o pé esquerdo ganhando reconhecimento no mundo artístico. Um ponto interessante que gostaria de comentar sobre o filme, seria a bela demonstração que o mesmo mostrou sobre a dificuldade de uma vida amorosa, e as frustrações que um indivíduo com paralisia cerebral tem dificuldade de administrar.
"Meu pé esquerdo" relata a história de Christy Brown, que é um artista plástico e escritor, que nasceu com paralisia cerebral que comprometeu o corpo quase inteiro menos seu pé esquerdo. Baseado em fatos reais, o protagonista vem de uma criação de baixa renda familiar, e o filme retrata todas as dificuldades que a família tem de suprir as necessidades de Christy. A principio, torna-se um fardo e um problema principalmente para seu pai, mas que ao passar dos anos suas habilidades cognitivas e motoras se desenvolvem com o estímulo familiar, a ponto de conseguir falar, e pintar e escrever com seu pé esquerdo. Tornando-se popular através de seus trabalhos.
ResponderExcluirJá o texto “A tapas e pontapés”, mostra a história de um homem que repudiava a ideia de ter filhos por conta de todas as problemáticas, mas muda seu conceito ao se tornar pai. Sua perspectiva muda de tal forma, que mesmo ao saber que seu filho foi diagnosticado com paralisia cerebral, não se deixa abater por pessimismo. Contra tudo o que demonstrou pensar anteriormente, investe seu esforço em relação a tratamento e conhecimento dessa deficiência, para poder promover uma qualidade de vida melhor ao seu filho.
Tanto o filme quanto o texto relatam casos de famílias que criam filhos com paralisia cerebral, e mostram que apesar das dificuldades que a deficiência trás, com o apoio familiar tudo pode se tornar mais fácil. Aceitar a realidade da situação, e buscar sempre a melhora na qualidade de vida.
Lucas Martins Genuino 104011
Amei o filme, e as lágrimas rolaram a parte em que o filho mostra para todos que consegue escrever com os pés. O filme faz refletir, e ao mesmo tempo ver que as minhas dificuldades não são nada perto das pessoas que possuem alguma deficiência. Interessante a maneira com a família lida com a situação, o afeto, o amor o carinho e a força com que a mãe lida com toda a situação e a sua busca para melhores condições para o seu filho. E por fim, e não menos importante, como Christy se portou, e mostrou a sua força, lutando contra os preconceitos que o cercava, ainda sim com algumas recaídas, vemos que a força de vontade, os objetivos podem ser alcançados independente deficiências, cor, raça ser pobre ou negro. O texto e o filme nos mostra o quanto a família é importante para o desenvolvimento da criança com paralisia. E que independente de como seja a criança é importante o apoio da família a fim de superar as adversidades, e ao mesmo tempo deixando com que o mesmo aprenda com suas limitações.
ResponderExcluirLuciana, realmente um ponto que notei apenas com o seu comentario foi a postura do próprio Christy com a sua situação e o quanto isso é importante para o aprendizado das suas habilidades motoras.
ExcluirO filme “meu pé esquerdo” conta a historia de um homem chamado Christy Brown que tinha paralisia cerebral e só tinha o movimento do seu pé esquerdo, o filme conta toda a história de Christy, como ocorreu o seu desenvolvimento, como ele ocorreu, mostra também como se desenrola a relação familiar em relação a ele e todas as dificuldades que ele enfrentou. Christy não conseguia falar e seu maior desafio era conseguir se expressar e se comunicar de algum jeito e através do seu pé esquerdo ele começou a se expressar e então desenvolveu essa habilidade de se comunicar atreves da pintura e ficou famoso, com muita insistência ele começou a transpor as barreiras da sua deficiência e ganhou reconhecimento de todos.
ResponderExcluirO texto “a tapas e pontapés” relata a historia de um homem que tinha uma visão bem negativa quanto à questão da paternidade, e toda essa visão mudou quando o seu filho foi diagnosticado com paralisia cerebral aos 7 meses, e esse fato fez com que ele mudasse seu modo de pensar quanto a questão da paternidade, ele correu atrás e foi procurar ajuda, se informar para poder ajudar o seu filho e saber lidar com a situação da melhor forma possível.
Tanto o filme quanto o texto trazem a mesma situação, paralisia cerebral, dentro das particularidades de cada caso o que ficou mais evidente para mim foi a questão de aceitação familiar e como o despreparo e a falta de conhecimento afetam a vida deles, sendo a família o alicerce primordial para enfrentar e superar as adversidades impostas pela deficiência.
Eduardo Flosi Carlos R.A: 104953
Mariana Huici Queiroz - 105784
ResponderExcluirO filme "Meu Pé Esquerdo" que se passa na Irlanda, conta a história de Christy Brown, um garoto de família humilde e numerosos irmãos. Nascido com paralisia cerebral, apresenta dificuldades físicas nas quais sua mente, seu bom humor e seu talento não foi capaz de devastar. Mesmo em uma época que pouco se sabia, acredito que sua criação junto as outras várias crianças foi capaz de mante-lo estimulado todo o tempo. Sempre tentando acompanhar os irmãos, e sempre seus irmãos o acompanhava, o que fez de significada diferença. Além dos cuidados que sua médica o proporcionou, e mostrando-lhe ser capaz de continuar e ainda muito evoluir. Christy foi um menino e homem privilegiado por pessoas muito cuidadosas e cheias de amor, frente a tantas dificuldades da época para sua família. O texto "Aos Tapas e Pontapés" trata-se de um texto produzido por um escritor cômico, referindo-se a uma auto-observação antes e após o nascimento de seu filho, também com paralisia cerebral. Inicialmente fala sobre pensamentos e opiniões egoístas sobre si, e uma grande rejeição para com o próximo, mesmo que fosse um filho. Em seguida a descoberta da chegada de um filho com paralisia cerebral, apresenta-se em ideias e pensamentos que nunca esperava passar. Mudando então da água para o vinho e, de pensamentos egoístas, passa a pensamentos de amor e dedicação ao filho. Muito me incomoda toda a repercussão do texto, o tipo de pensamentos e comentários que o autor apresenta principalmente no início. Mas aos poucos observo uma maneira diferente de sentir como pai, um amor profundo e sincero sobre seu filho. O que para mim se assemelhou em pequenos momentos ao pai de Christy no filme, sem esquecer de toda a dedicação que ambas as famílias e pais apresentam com a criança, sendo esta sim fundamental para o auxílio e desenvolvimento da criança, adolescente e homem/mulher que virá a ser. E, ambas as histórias parecem mostrar a diferença não só do apoio da família, como também a busca de conhecimento ou de uma pessoa que traga auxílio específico para o paralisado, afim de agir não somente com a emoção, mas sim com amparo ideal para ele e suas necessidades e capacidades pessoais.
O texto e o filme desse mês, assim como os outros abordados no módulo, mostram a importância da rede de apoio para o indivíduo com deficiência. Assim como em outros casos, há o afastamento das pessoas por preconceito e desinformação. No caso do filme o pai de Christy o rejeita ao nascer e só o reconhece como filho ao perceber que ele é capaz de aprender e realizar coisas interessantes. A situação de exclusão é prejudicial para o crescimento de todas as pessoas e não somente para aquelas com deficiência. O ambiente saudável, se torna essencial, com diversos estímulos para o desenvolvimento das habilidades físicas e cognitivas. Percebemos, assim, a importância das informações trazidas pelo texto para desestigmatização da paralisia cerebral, pois traz o relato de um pai que viveu no cotidiano todas as dificuldades e momentos bons em seu relacionamento com seu filho. O texto traz, assim, bagagem para podermos entender melhor como agir e compreender as diferenças. Como futuros profissionais da saúde é importante entrarmos em contato com realidades diversas, pois nos proporciona ampliar a visão e assim atender melhor as pessoas.
ResponderExcluirKaue Dietz Monteiro
103432
para esse filme e este texto, fiz uma leitura e interpretação um pouco diferente dos meses anteriores. acredito que ambos retratam muito mais a realidade vivida pela familia e demais pessoas envolvidas no convívio e dia-a-dia do individuo com paralisia cerebral. é notável o quão difícil é para os pais entenderem e para o filho se expressar, entretanto é um aprendizado e estimulação de outros sentidos e sensibilidades que dificilmente outra situação iria lhes proporcionar. A cena que mais me chamou a atenção no filme foi justamente o momento em que a mãe carrega o filho ainda pequeno nas costas até o quarto, soando, vermelha, exausta... evidencia o quão complexo e enraizada é a relação do filho com a figura materna com aquela que é sua responsável, e isso se reflete ainda nos dias de hoje, caso contrario teriamos a expressão " pai solteiro" e nao "mae solteira". no texto temos a nítida marcação (o proprio titulo de cada coluna mesmo diz) do momento em que nao se tem um filho, um individuo que é sua responsabilidade, para o momento em que se tem um filho com paralisia cerebral.
ResponderExcluiraline cabral 104946
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirO filme relata a historia de Christy, que tem paralisia cerebral e como as circunstancias o moldaram como homem. Nos faz perceber a importancia de uma base familiar estável, que se preocupa e nao invisibiliza uma criança com deficiencia, dando estímulos para que ela aproveite o seu desenvolvimento motor ao máximo, assim como cita o texto "a tapas e pontapés", fazendo uma comparação da aquisição das habilidades motoras de crianças com paralisia cerebral com o desenvolvimento de um atleta em um esporte, tendo um aprendizado de fase em fase.
ResponderExcluirO texto fala de uma maneira romantizada da doença do filho do autor, o que achei muito bonito, e que também acho necessário para tentar romper um estigma que é projetado em cima de uma criança ou pessoa com deficiência. Apesar do autor retratar o filho desse modo, usando comparações com personagens icônicos e fazendo alusões a viver na lua, é muito claro que ele deve passar por todas as dificuldades que as famílias de situação semelhante também passam, e ele desvia totalmente desse ponto para focar em um ponto de vista bem diferente do que estamos acostumados a lidar.
Victoria Casanova - 102420
fico me perguntando se por acaso o filho do ator que interpreta Crhisty tem paralisia cerebral, pois fez uma interpretação muito real e sensibilizada, pois controlar e inibir músculos e ao mesmo tempo tentar move-los... muito bom!
ResponderExcluiraline 104946