O filme Muderball conta a superação de jovens paraplégicos que deram um novo rumo à vida depois do esporte. Individualmente, o filme conta como ocorreu a paraplegia e também qual tipo de movimento cada um consegue realizar, além de mostrar os duelos enfrentados por eles na quadra, o filme busca mostrar o problema de cada um além da deficiência que os envolve. Achei muito interessante tratar do assunto sexualidade que acaba sendo um dúvida sobre quem não sabe sobre a paraplegia e as áreas afetadas de cada lesão e também muito legal a parte que o médico mostra o vídeo para quem sofreu a lesão para ensinar outras formas de trabalhar a sexualidade. Além de tratar da sexualidade, é falado sobre a convivência em sociedade, nos mostrando que independente da deficiência, são pessoas capacitadas, com vontades, desejos e sentimentos.
Um ponto interessante que observei também é sobre o bom humor deles quando estão nos momentos de lazer. Em um momento do filme eles até fazem um pegadinha com uma empregada do hotel, onde um dos jogadores se esconde em uma caixa de papelão e a assusta. Parece que quando estão unidos esquecem um pouco dos problemas enfrentados e conseguem levar a vida de forma mais leve, rindo até mesmo dos problemas. Gustavo Sampaio
O filme Murderball discorre sobre a vida de alguns jogadores de pararugby e relata sobre algumas áreas de suas vidas, como suas formas de adaptações ao "novo" corpo, seus relacionamentos afetivos e até sexuais. Um fato que me chamou bastante a atenção é sobre toda a competitividade existente entre as duas seleções (EUA e Canadá). Muitas vezes imaginamos que após um acidente em que o indivíduo acaba tendo que utilizar uma cadeira de rodas sua vida atlética e esportiva acabou, porém em alguns caso começou por conta disso, dando a oportunidade desses indivíduos paraplégicos participarem de jogos internacionais e até defender seu país nas paraolimpíadas! Contudo o filme retrata jovens que não se deixaram abalar por conta de uma cadeira de rodas e que apesar de todas as dificuldades enfrentadas no dia a dia, seja por conta das tarefas a serem realizadas ou pelo preconceito da sociedade, conseguem manter um alto nível de competitividade no esporte e têm muita vontade de ganhar! Gustavo Sampaio.
verdade, o alto nível de competitividade entre os times é algo incrível, a força de vontade de treinar e participar dos jogos acaba sendo algo surpreendente e motivador! Casos como o do filme, nos mostrou que tem como adaptar-se em diferentes situações e até mesmo ultrapassando limites impostos por outras pessoas.
Não sei se concordo com você em relação a não deixaram se abalar, na verdade o que eu vi foram pessoas que se abalaram sim, que tiveram muitas dificuldades, mas que viram no esporte uma forma de ter uma vida "normal", inclusive ajudando e incentivando outras pessoas a conhecerem o esporte também.
Daniela Ferreira Ribeirinho Não sei se concordo com você em relação a não deixaram se abalar, na verdade o que eu vi foram pessoas que se abalaram sim, que tiveram muitas dificuldades, mas que viram no esporte uma forma de ter uma vida "normal", inclusive ajudando e incentivando outras pessoas a conhecerem o esporte também.
O filme Murderball mostra a vida de jovens paraplégicos que se superaram a cada dia, e cada obstáculo que a vida promove. Eles mostram que a paraplegia não será um motivo para impedi-lo que pratiquem um esporte, muito pelo contrário, isso o motivará para ser melhor. Algo que me chamou a atenção foi a forma com que eles esquecem de todos os problemas quando estão juntos, como se fosse uma forma de respiro, onde não precisam se superar, ou provar algo. Mas o que me deixou mais surpresa pela forma com que foi abrangida, foi a parte da sexualidade retratada de forma natural e mostrando-lhes como isso faz parte da vida para pessoas paraplégicas. E pensando um pouco pelo lado do esporte, a força de vontade e a garra que eles demonstram no decorrer do filme é algo grandioso, como se nada pudessem para-los. Paola Reis.
Também me chamou a atenção a forma com que eles se unem com o objetivo de vencer. Parece que ali, naquele momento a deficiência é o menor dos seus problemas.
Eu gostei muito do documentário Murderball, muito mais do que eu imaginava. Me vi empolgada torcendo ora pros EUA, hora pro Canadá, achei muito interessante a forma como eles encaram o esporte... Como qualquer outro atleta, eles querem ganhar, querem a medalha e não tapinhas nas costas. Achei muito interessante o fato deles enquanto atletas incentivarem outras pessoas com deficiência física a conhecerem o esporte. Enfim, o filme é fantástico e nos deixa a ideia de que quando tratamos essas pessoas como se fossem extremamente frágeis, nós estamos errando e muito.
Então Dani gostei bastante do seu comentario pois tirei as mesmas conclusões. Sem duvida o documentario reforço cada vez mais como não devemos olhar a deficiencia com dó. Na verdade devemos ter essa noção de que pessoas com deficiencia querem sempre vencer tbm.
Mariana Goulart Também tive as mesmas reflexões dani, pois tanto o modulo como o filme nos fizeram enxergar que nem todas pessoas com deficiências são frágeis como imaginamos e tratamos..
Achei muito legal como o Joe relata isso durante o filme, comentando sobre como a deficiência lá não é vista como fraqueza. É um ponto extremamente importante para nos fazer refletir a forma como olhamos para o outro.
Sobre o documentario Murderball achei ele incrivel em varias perspectivas e levanta um ponto fundamental que ao longo das aulas de adaptados foi ficando cada vez mais claro para mim. Esse ponto é que as pessoas não se tornam incapaz devido ao fato que o seu corpo funciona de forma diferente devido a deficiencia. É forte ver o documentario e notar a fala de um dos principais jogadores do Canada para um rapaz que ficou paraplegico a pouco tempo "Eu conquistei muito mais sentado em uma cadeira do que em todos os meus anos com meu corpo funcionando normalmente". Essa fala pra mim representa o filme como um todo. Obvio que tem seus desafios mas os jogadores mostram bem o que fazer com cada um deles. O sorriso, as piadas, as ações, basicamente tudo que eles fazer é encarar as coisas sem aceitar rotulos de fragilidade. Acredito que esquecemos que nosso corpo se adapta constantemente as adversidades diarias e o fato de que há uma limitação só irá fazer com que o corpo tenha que se adaptar aquela nova realidade fazendo com que a limitação suma na maioria das situações. De forma geral adorei o filme e acho que foi um otimo jeito de acabar o semestre de adaptados pois é um recado tambem para nós educadores fisicos caso a gente trabalhe com pessoas com defiencia.
Mariana Goulart Achei muito interresante que o filme nos mostrou uma realidade totalmente diferente dos filmes dos outros meses, pois aqueles atletas convivem bem com suas limitações e deficiências. Outro ponto que achei legal foi quando mostraram Joe, que de ex atleta se tornou técnico de uma equipe, achei legal pois ele está muito mais perto da realidade daqueles atletas do que um técnico sem deficiência. Achei muito interessante a maneira como abordou a sexualidade, apesar de logo que começou a falar sobre eu ter me espantado pois não sabia que o documentário abordaria essa temática. Me emocionou no momento em que ele chega a tempo para o concerto do filho e tira sua própria cadeira do carro. Outro momento que me tocou bastante foi quando um dos atores principais visita o hospital e aqueles cadeirantes que não estavam acostumados com a autonomia , podem mesmo que por pouco momento vivenciar as experiências. De todos os filmes que nos foi passado para assistir no módulo ele foi o que mais gostei e que me fez talvez entender como é feito o trabalho no centro paralímpico!
Ana Beatriz Pucci Achei muito legal os pontos que você colocou sobre o documentário Mari, esses foram vários momentos também que me marcaram enquanto eu via, por exemplo quando ele fala para o filho que vai tentar chegar a sua apresentação, meu coração ficou apertado enquanto o menino esperava a participação do pai no evento, mesmo Joe sendo uma ex atleta que tinha um pequeno "foco" de raiva por tudo que aconteceu nos EUA ele ainda apresentava carinho para com a família e isso se foi aumentado após sua operação.
O documentário conta a história de jovens paraplégicos que encontram uma nova forma de motivação para viver através do esporte. A principal lição que o documentário Murdeball nos passa é que mesmo em uma situação difícil como a paraplegia onde muitos acham que sua vida pode ter ido por água abaixo vem o esporte e te “devolve” isso. Os jovens se dedicando, lutando e disputando a bola nos jogos mostra o poder que o esporte tem no auxílio a pessoas com deficiência.
Concordo, e destaco que o esporte tem esse poder de devolver a motivação para o viver tanto em atletas paraolímpicos como pessoas e atletas sem a deficiência que também podem viver um momento os quais sentem que sua vida foi por água abaixo.
Maria Clara Costa Achei o documentário muito bom, principalmente por abordar as dificuldades enfrentadas durante a reabilitação e assim que a mesma termina. Geralmente, os filmes mostram a vida da pessoa com deficiência pela ótica da superação do acidente/doença e como ela seguiu após isso. Em Murderball, os relatos sobre a dificuldade em se ver dependente estão bem presentes, como a chegada em casa e a consciência de que daquele momento em diante a pessoa tem que reaprender a viver a sua antiga vida. Também gostei sobre tratar o tema de sexualidade, tanto pelo ponto de vista dos atletas quando pelo das namoradas/mulheres que revelaram as dúvidas e reflexões que tinham ao lidar com uma situação dessa. Além disso, a forma como o esporte proporcionou uma esperança a eles é sensacional, principalmente pela vontade e a competitividade dos jogadores que deixa muito claro o alto nível de comprometimento e superação das dificuldades em prol do desempenho esportivo.
Ana Beatriz Pucci Murderball é sem dúvida um dos melhores documentários que eu já vi, em alguns momentos eu me perguntava se aquilo não era um filme ppr que sua sequência de fatos, apresentação dos personagens, enquadramento me surpreenderam de forma muito positiva. Em consequência de diversos acidentes automobilísticos ou doenças os personagens são apresentados, mostrando suas histórias e compartilhando o a visão de como é ser um cadeirante em seus diversos âmbitos, podendo também ser amputado. Foram abordados todas as histórias de maneira clara e dinâmica, podendo perceber até mesmo a construção de uma história sobre o documentário, o que geral um tom de filme. O contexto inicial da história de Zupan que encara a realidade e vê a necessidade de passar para outras pessoas sua superação assim como Joe que não aceitava sua relação com os EUA e queria a todo custo mostra o quanto ele era bom no que fazia, sendo duro diversas vezes com as pessoas mais próximas, conectando com o momento de entendimento e aceitação que keith estava passando com o início da sua nova vida como cadeirante e as reais preocupações que ele teria diante de seu novo contexto. As diferentes fases e visões que o ambiente desses atletas apresenta mostra o quanto o esporte paralimpico é um ponto de amor para eles, assim como o esporte em qualquer experiência pessoal, ele requer garra e amor. Por fim, todo o contexto de esporte adaptado pode ser sentido em uma parcela nesse documentário, sendo um momento de amor e guerra, assim como em qualquer rivalidade entre países e também um momento de força que apresenta os atletas como heróis de suas próprias histórias.
Interessante como esse documentário consegue retratar da maneira mais simples a realidade de pessoas que estão focadas em dar o seu melhor competitivamente mas que como qualquer outra pessoa, tem seus problemas do cotidiano. A esperança do esporte é vista aqui como para qualquer pessoa e isso nos mostra que separarmos as pessoas por deficiencia e outras caracteristicas nao faz sentido. Todos temos histórias tristes para contar, todos temos problemas e lidamos com aquilo que conseguimos. Esse documentário é só mais uma evidência de que toda e qualquer pessoa deve ser tratada de maneira digna e com respeito. Murderball tem tudo para ser considerado um dos melhores documentários.
O documentário é fantástico por retratar com humanidade os atletas paraplégicos. Não digo aquela humanidade clichê, rodeada por um ideal de perfeição e heroísmo, e sim aquela verdadeira, do cotidiano, que dentre a paixão e glória, trás sofrimento, erros, dificuldades lutas e fracassos. Além disso, assistir o documentário me remeteu ao comentário do professor em aula cujo citava a alta correção entre masculinidade e acidentes. Pois bem, nota-se que em alguns casos isso foi o catalisador da condição. É de se pensar se nós mesmos ou pessoas do nosso cotidiano, principalmente homens,já não estiveram em situações parecidas e viveram a possibilidade de ficar em condição semelhante a dos atletas.
Evandro Lopes: é verdade na hora eu estava assistindo tambem lembrei das aulas quando o professor dizia que a maioria das vitimas sao homens e estao ligados a "testosterona-dependencia", relamente o acidente da moto e o acidente dos dois amigos voltando bebados me fez relembrar muito desta parte da aula. Maioria poderia ter sido evitada e os levado a essa condiçao. Mas ao mesmo tempo achei interessante saber o quão o esporte é fundamental para essas pessoas dando a elas o sentido na vida.
O filme é bem visceral, pois de certa forma rompe com essa nossa visão de "coitadidismo". Traz um lado do deficiente que não é o comum na nossa visão. Em algumas cenas onde mostram a virilidade dos atletas e da forma cmo alguns se aproveitavam da situação para sair com mais garotas escancarou bem essa questão: São indivíduos como outros quaisquer, com erros e defeitos, com maldade e com pontos positivos. Um filme com bastante lições. Renan Franco
Meu nome é Evandro, gostei muito do filme desde o inicio ele prende muito a nossa atençao, acho sensacional essa rivalidade que foi imposta entre EUAxCanadá. O filme nos remete a entrar na vida dos atletas com deficiencia e isso é sensacional para o nosso conhecimento, já que muitas vezes nao temos a oportunidade de presenciar essa realidade. Abordar temas como sexualidade foi muito interessante sempre imaginei como poderia ser mas nunca fui a fundo para uma pesquisa do tipo. Abordar o comportamento de uma criança filho de um cadeirante, mostrando o quanto aquela condiçao do pais, nao fez com que seu filho tivesse algum desrespeito ou falta de obediencia a ele. No próprio documentario trazer a vida dos atelas com suas relaçoes familiares e o quão importante é a familia nesses casos. Trazer o comportamento, a vida dos atletas de como eles também tem uma vida comum, bebem se divertem, jogam tem seus relacionamentos e temperamentos, tudo isso faz com que possamos ter uma pequena noçao de como seria trabalhar com futuros cadeirantes. Algo debatido muito na sala de aula foi sobre a importancia de "aceitar o luto" e pudemos observar no contexto e realmente foi como o professor nos passou em sala, passa-se por fases na Reabilitaçao como o "nada ta bom" -"nao sou capaz" -"acomodaçao" -"passa a aceitar". Outra coisa muito interessante foi poder entender um pouco de como funciona o jogo de rugby para cadeirantes e como essas cadeiras sao feitas realmente para aguentar o impacto e que os atletas nao aliviam em momento algum mesmo com suas limitaçoes. Mas a cena que eu achei sensacional foi no reencontro do jovem que sempre teve a sua paixao de pilotar moto, novamente estar de frente com ela, tocar no seu capacete e rever as marcas do dia do acidente dele isso realmente foi bem impactante. Mas enfim, adorei o filme muito bom, e excelente para futuros profissionais que terão a oportunidade de trabalhar com essa demanda, acho muito valido e muito importante nós termos a oportunidade de assistir um filme desse tipo.
Murderball é um filme em formato de documentário que mostra a trajetória de uma equipe de rúgbi de altíssimo nível dos USA. Paralelamente a narrativa principal é mostrada a história de um ex-jogador da seleção americana que foi cortado da seleção após ter sido ouro nos jogos olímpicos de Atlanta (1996). Com raiva e informado com a decisão, o ex-atleta da seleção americana se muda para o Canadá e passa a treinar a equipe rival em um recorte cinematográfico que nos induz a um confronto. “Murdeball, paixão e glória” segue à risca seu próprio título, cuja tradução literal para o português reflete o desenvolvimento do filme: “Bola assassina”. Numa representação abstrata isso vem à tona trazendo os elementos presentes no filme que são antônimos aos estereótipos associados ao indivíduo com deficiência: Potencialidade, virilidade e disputa. Entre os momentos de riso e comoção, o filme traz muito mais a relação de independência e força dos atletas do que a tragédia. Em uma fala que me marcou bastante, o atleta comenta “fiz muito mais coisas em cima de uma cadeira do que quando eu andava”. Por fim, a mensagem do filme é clara e objetiva, que se traduz não nas diferenças entre o deficiente e o não deficiente, mas naquilo que os faz comum: A competitividade quando se está em campo. Em suma, atleta é atleta. Independentemente de qualquer situação irá batalhar para subir ao pódio a qualquer custo. Renan Franco
O filme Muderball conta a superação de jovens paraplégicos que deram um novo rumo à vida depois do esporte. Individualmente, o filme conta como ocorreu a paraplegia e também qual tipo de movimento cada um consegue realizar, além de mostrar os duelos enfrentados por eles na quadra, o filme busca mostrar o problema de cada um além da deficiência que os envolve. Achei muito interessante tratar do assunto sexualidade que acaba sendo um dúvida sobre quem não sabe sobre a paraplegia e as áreas afetadas de cada lesão e também muito legal a parte que o médico mostra o vídeo para quem sofreu a lesão para ensinar outras formas de trabalhar a sexualidade. Além de tratar da sexualidade, é falado sobre a convivência em sociedade, nos mostrando que independente da deficiência, são pessoas capacitadas, com vontades, desejos e sentimentos.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ExcluirUm ponto interessante que observei também é sobre o bom humor deles quando estão nos momentos de lazer. Em um momento do filme eles até fazem um pegadinha com uma empregada do hotel, onde um dos jogadores se esconde em uma caixa de papelão e a assusta. Parece que quando estão unidos esquecem um pouco dos problemas enfrentados e conseguem levar a vida de forma mais leve, rindo até mesmo dos problemas.
ExcluirGustavo Sampaio
O filme Murderball discorre sobre a vida de alguns jogadores de pararugby e relata sobre algumas áreas de suas vidas, como suas formas de adaptações ao "novo" corpo, seus relacionamentos afetivos e até sexuais. Um fato que me chamou bastante a atenção é sobre toda a competitividade existente entre as duas seleções (EUA e Canadá). Muitas vezes imaginamos que após um acidente em que o indivíduo acaba tendo que utilizar uma cadeira de rodas sua vida atlética e esportiva acabou, porém em alguns caso começou por conta disso, dando a oportunidade desses indivíduos paraplégicos participarem de jogos internacionais e até defender seu país nas paraolimpíadas! Contudo o filme retrata jovens que não se deixaram abalar por conta de uma cadeira de rodas e que apesar de todas as dificuldades enfrentadas no dia a dia, seja por conta das tarefas a serem realizadas ou pelo preconceito da sociedade, conseguem manter um alto nível de competitividade no esporte e têm muita vontade de ganhar!
ResponderExcluirGustavo Sampaio.
verdade, o alto nível de competitividade entre os times é algo incrível, a força de vontade de treinar e participar dos jogos acaba sendo algo surpreendente e motivador! Casos como o do filme, nos mostrou que tem como adaptar-se em diferentes situações e até mesmo ultrapassando limites impostos por outras pessoas.
ExcluirNão sei se concordo com você em relação a não deixaram se abalar, na verdade o que eu vi foram pessoas que se abalaram sim, que tiveram muitas dificuldades, mas que viram no esporte uma forma de ter uma vida "normal", inclusive ajudando e incentivando outras pessoas a conhecerem o esporte também.
ExcluirDaniela Ferreira Ribeirinho
ExcluirNão sei se concordo com você em relação a não deixaram se abalar, na verdade o que eu vi foram pessoas que se abalaram sim, que tiveram muitas dificuldades, mas que viram no esporte uma forma de ter uma vida "normal", inclusive ajudando e incentivando outras pessoas a conhecerem o esporte também.
O filme Murderball mostra a vida de jovens paraplégicos que se superaram a cada dia, e cada obstáculo que a vida promove. Eles mostram que a paraplegia não será um motivo para impedi-lo que pratiquem um esporte, muito pelo contrário, isso o motivará para ser melhor. Algo que me chamou a atenção foi a forma com que eles esquecem de todos os problemas quando estão juntos, como se fosse uma forma de respiro, onde não precisam se superar, ou provar algo. Mas o que me deixou mais surpresa pela forma com que foi abrangida, foi a parte da sexualidade retratada de forma natural e mostrando-lhes como isso faz parte da vida para pessoas paraplégicas. E pensando um pouco pelo lado do esporte, a força de vontade e a garra que eles demonstram no decorrer do filme é algo grandioso, como se nada pudessem para-los.
ResponderExcluirPaola Reis.
Comentário feito por Lelis Conte Genaro.
ExcluirTambém me chamou a atenção a forma com que eles se unem com o objetivo de vencer. Parece que ali, naquele momento a deficiência é o menor dos seus problemas.
Daniela Ferreira Ribeirinho
ResponderExcluirEu gostei muito do documentário Murderball, muito mais do que eu imaginava. Me vi empolgada torcendo ora pros EUA, hora pro Canadá, achei muito interessante a forma como eles encaram o esporte... Como qualquer outro atleta, eles querem ganhar, querem a medalha e não tapinhas nas costas. Achei muito interessante o fato deles enquanto atletas incentivarem outras pessoas com deficiência física a conhecerem o esporte. Enfim, o filme é fantástico e nos deixa a ideia de que quando tratamos essas pessoas como se fossem extremamente frágeis, nós estamos errando e muito.
Lucas Barros
ExcluirEntão Dani gostei bastante do seu comentario pois tirei as mesmas conclusões. Sem duvida o documentario reforço cada vez mais como não devemos olhar a deficiencia com dó. Na verdade devemos ter essa noção de que pessoas com deficiencia querem sempre vencer tbm.
Mariana Goulart
ExcluirTambém tive as mesmas reflexões dani, pois tanto o modulo como o filme nos fizeram enxergar que nem todas pessoas com deficiências são frágeis como imaginamos e tratamos..
Achei muito legal como o Joe relata isso durante o filme, comentando sobre como a deficiência lá não é vista como fraqueza. É um ponto extremamente importante para nos fazer refletir a forma como olhamos para o outro.
ExcluirLucas Barros
ResponderExcluirSobre o documentario Murderball achei ele incrivel em varias perspectivas e levanta um ponto fundamental que ao longo das aulas de adaptados foi ficando cada vez mais claro para mim. Esse ponto é que as pessoas não se tornam incapaz devido ao fato que o seu corpo funciona de forma diferente devido a deficiencia. É forte ver o documentario e notar a fala de um dos principais jogadores do Canada para um rapaz que ficou paraplegico a pouco tempo "Eu conquistei muito mais sentado em uma cadeira do que em todos os meus anos com meu corpo funcionando normalmente".
Essa fala pra mim representa o filme como um todo. Obvio que tem seus desafios mas os jogadores mostram bem o que fazer com cada um deles. O sorriso, as piadas, as ações, basicamente tudo que eles fazer é encarar as coisas sem aceitar rotulos de fragilidade. Acredito que esquecemos que nosso corpo se adapta constantemente as adversidades diarias e o fato de que há uma limitação só irá fazer com que o corpo tenha que se adaptar aquela nova realidade fazendo com que a limitação suma na maioria das situações.
De forma geral adorei o filme e acho que foi um otimo jeito de acabar o semestre de adaptados pois é um recado tambem para nós educadores fisicos caso a gente trabalhe com pessoas com defiencia.
Mariana Goulart
ResponderExcluirAchei muito interresante que o filme nos mostrou uma realidade totalmente diferente dos filmes dos outros meses, pois aqueles atletas convivem bem com suas limitações e deficiências.
Outro ponto que achei legal foi quando mostraram Joe, que de ex atleta se tornou técnico de uma equipe, achei legal pois ele está muito mais perto da realidade daqueles atletas do que um técnico sem deficiência.
Achei muito interessante a maneira como abordou a sexualidade, apesar de logo que começou a falar sobre eu ter me espantado pois não sabia que o documentário abordaria essa temática.
Me emocionou no momento em que ele chega a tempo para o concerto do filho e tira sua própria cadeira do carro.
Outro momento que me tocou bastante foi quando um dos atores principais visita o hospital e aqueles cadeirantes que não estavam acostumados com a autonomia , podem mesmo que por pouco momento vivenciar as experiências.
De todos os filmes que nos foi passado para assistir no módulo ele foi o que mais gostei e que me fez talvez entender como é feito o trabalho no centro paralímpico!
Ana Beatriz Pucci
ExcluirAchei muito legal os pontos que você colocou sobre o documentário Mari, esses foram vários momentos também que me marcaram enquanto eu via, por exemplo quando ele fala para o filho que vai tentar chegar a sua apresentação, meu coração ficou apertado enquanto o menino esperava a participação do pai no evento, mesmo Joe sendo uma ex atleta que tinha um pequeno "foco" de raiva por tudo que aconteceu nos EUA ele ainda apresentava carinho para com a família e isso se foi aumentado após sua operação.
Comentário feito por Lelis Conte Genaro.
ResponderExcluirO documentário conta a história de jovens paraplégicos que encontram uma nova forma de motivação para viver através do esporte. A principal lição que o documentário Murdeball nos passa é que mesmo em uma situação difícil como a paraplegia onde muitos acham que sua vida pode ter ido por água abaixo vem o esporte e te “devolve” isso. Os jovens se dedicando, lutando e disputando a bola nos jogos mostra o poder que o esporte tem no auxílio a pessoas com deficiência.
Resposta feita por João Vitor Cruz
ExcluirConcordo, e destaco que o esporte tem esse poder de devolver a motivação para o viver tanto em atletas paraolímpicos como pessoas e atletas sem a deficiência que também podem viver um momento os quais sentem que sua vida foi por água abaixo.
Maria Clara Costa
ResponderExcluirAchei o documentário muito bom, principalmente por abordar as dificuldades enfrentadas durante a reabilitação e assim que a mesma termina. Geralmente, os filmes mostram a vida da pessoa com deficiência pela ótica da superação do acidente/doença e como ela seguiu após isso. Em Murderball, os relatos sobre a dificuldade em se ver dependente estão bem presentes, como a chegada em casa e a consciência de que daquele momento em diante a pessoa tem que reaprender a viver a sua antiga vida.
Também gostei sobre tratar o tema de sexualidade, tanto pelo ponto de vista dos atletas quando pelo das namoradas/mulheres que revelaram as dúvidas e reflexões que tinham ao lidar com uma situação dessa.
Além disso, a forma como o esporte proporcionou uma esperança a eles é sensacional, principalmente pela vontade e a competitividade dos jogadores que deixa muito claro o alto nível de comprometimento e superação das dificuldades em prol do desempenho esportivo.
Também achei interesante mostrar essa questão de que nem tudo é superação e vitória, tem-se um lado de dificuldade real por trás disso.
ExcluirAna Beatriz Pucci
ResponderExcluirMurderball é sem dúvida um dos melhores documentários que eu já vi, em alguns momentos eu me perguntava se aquilo não era um filme ppr que sua sequência de fatos, apresentação dos personagens, enquadramento me surpreenderam de forma muito positiva.
Em consequência de diversos acidentes automobilísticos ou doenças os personagens são apresentados, mostrando suas histórias e compartilhando o a visão de como é ser um cadeirante em seus diversos âmbitos, podendo também ser amputado.
Foram abordados todas as histórias de maneira clara e dinâmica, podendo perceber até mesmo a construção de uma história sobre o documentário, o que geral um tom de filme.
O contexto inicial da história de Zupan que encara a realidade e vê a necessidade de passar para outras pessoas sua superação assim como Joe que não aceitava sua relação com os EUA e queria a todo custo mostra o quanto ele era bom no que fazia, sendo duro diversas vezes com as pessoas mais próximas, conectando com o momento de entendimento e aceitação que keith estava passando com o início da sua nova vida como cadeirante e as reais preocupações que ele teria diante de seu novo contexto.
As diferentes fases e visões que o ambiente desses atletas apresenta mostra o quanto o esporte paralimpico é um ponto de amor para eles, assim como o esporte em qualquer experiência pessoal, ele requer garra e amor.
Por fim, todo o contexto de esporte adaptado pode ser sentido em uma parcela nesse documentário, sendo um momento de amor e guerra, assim como em qualquer rivalidade entre países e também um momento de força que apresenta os atletas como heróis de suas próprias histórias.
Fernando Fessel
ResponderExcluirInteressante como esse documentário consegue retratar da maneira mais simples a realidade de pessoas que estão focadas em dar o seu melhor competitivamente mas que como qualquer outra pessoa, tem seus problemas do cotidiano. A esperança do esporte é vista aqui como para qualquer pessoa e isso nos mostra que separarmos as pessoas por deficiencia e outras caracteristicas nao faz sentido. Todos temos histórias tristes para contar, todos temos problemas e lidamos com aquilo que conseguimos. Esse documentário é só mais uma evidência de que toda e qualquer pessoa deve ser tratada de maneira digna e com respeito. Murderball tem tudo para ser considerado um dos melhores documentários.
Comentário de João Vitor Cruz
ResponderExcluirO documentário é fantástico por retratar com humanidade os atletas paraplégicos. Não digo aquela humanidade clichê, rodeada por um ideal de perfeição e heroísmo, e sim aquela verdadeira, do cotidiano, que dentre a paixão e glória, trás sofrimento, erros, dificuldades lutas e fracassos.
Além disso, assistir o documentário me remeteu ao comentário do professor em aula cujo citava a alta correção entre masculinidade e acidentes. Pois bem, nota-se que em alguns casos isso foi o catalisador da condição. É de se pensar se nós mesmos ou pessoas do nosso cotidiano, principalmente homens,já não estiveram em situações parecidas e viveram a possibilidade de ficar em condição semelhante a dos atletas.
Evandro Lopes: é verdade na hora eu estava assistindo tambem lembrei das aulas quando o professor dizia que a maioria das vitimas sao homens e estao ligados a "testosterona-dependencia", relamente o acidente da moto e o acidente dos dois amigos voltando bebados me fez relembrar muito desta parte da aula. Maioria poderia ter sido evitada e os levado a essa condiçao. Mas ao mesmo tempo achei interessante saber o quão o esporte é fundamental para essas pessoas dando a elas o sentido na vida.
ExcluirO filme é bem visceral, pois de certa forma rompe com essa nossa visão de "coitadidismo". Traz um lado do deficiente que não é o comum na nossa visão. Em algumas cenas onde mostram a virilidade dos atletas e da forma cmo alguns se aproveitavam da situação para sair com mais garotas escancarou bem essa questão: São indivíduos como outros quaisquer, com erros e defeitos, com maldade e com pontos positivos.
ExcluirUm filme com bastante lições.
Renan Franco
Meu nome é Evandro, gostei muito do filme desde o inicio ele prende muito a nossa atençao, acho sensacional essa rivalidade que foi imposta entre EUAxCanadá.
ResponderExcluirO filme nos remete a entrar na vida dos atletas com deficiencia e isso é sensacional para o nosso conhecimento, já que muitas vezes nao temos a oportunidade de presenciar essa realidade. Abordar temas como sexualidade foi muito interessante sempre imaginei como poderia ser mas nunca fui a fundo para uma pesquisa do tipo. Abordar o comportamento de uma criança filho de um cadeirante, mostrando o quanto aquela condiçao do pais, nao fez com que seu filho tivesse algum desrespeito ou falta de obediencia a ele. No próprio documentario trazer a vida dos atelas com suas relaçoes familiares e o quão importante é a familia nesses casos. Trazer o comportamento, a vida dos atletas de como eles também tem uma vida comum, bebem se divertem, jogam tem seus relacionamentos e temperamentos, tudo isso faz com que possamos ter uma pequena noçao de como seria trabalhar com futuros cadeirantes.
Algo debatido muito na sala de aula foi sobre a importancia de "aceitar o luto" e pudemos observar no contexto e realmente foi como o professor nos passou em sala, passa-se por fases na Reabilitaçao como o "nada ta bom" -"nao sou capaz" -"acomodaçao" -"passa a aceitar". Outra coisa muito interessante foi poder entender um pouco de como funciona o jogo de rugby para cadeirantes e como essas cadeiras sao feitas realmente para aguentar o impacto e que os atletas nao aliviam em momento algum mesmo com suas limitaçoes.
Mas a cena que eu achei sensacional foi no reencontro do jovem que sempre teve a sua paixao de pilotar moto, novamente estar de frente com ela, tocar no seu capacete e rever as marcas do dia do acidente dele isso realmente foi bem impactante. Mas enfim, adorei o filme muito bom, e excelente para futuros profissionais que terão a oportunidade de trabalhar com essa demanda, acho muito valido e muito importante nós termos a oportunidade de assistir um filme desse tipo.
Murderball é um filme em formato de documentário que mostra a trajetória de uma equipe de rúgbi de altíssimo nível dos USA. Paralelamente a narrativa principal é mostrada a história de um ex-jogador da seleção americana que foi cortado da seleção após ter sido ouro nos jogos olímpicos de Atlanta (1996). Com raiva e informado com a decisão, o ex-atleta da seleção americana se muda para o Canadá e passa a treinar a equipe rival em um recorte cinematográfico que nos induz a um confronto.
ResponderExcluir“Murdeball, paixão e glória” segue à risca seu próprio título, cuja tradução literal para o português reflete o desenvolvimento do filme: “Bola assassina”. Numa representação abstrata isso vem à tona trazendo os elementos presentes no filme que são antônimos aos estereótipos associados ao indivíduo com deficiência: Potencialidade, virilidade e disputa.
Entre os momentos de riso e comoção, o filme traz muito mais a relação de independência e força dos atletas do que a tragédia. Em uma fala que me marcou bastante, o atleta comenta “fiz muito mais coisas em cima de uma cadeira do que quando eu andava”.
Por fim, a mensagem do filme é clara e objetiva, que se traduz não nas diferenças entre o deficiente e o não deficiente, mas naquilo que os faz comum: A competitividade quando se está em campo. Em suma, atleta é atleta. Independentemente de qualquer situação irá batalhar para subir ao pódio a qualquer custo.
Renan Franco